Coleção
Biblioteca Digital MPMG
Item
O agricultor familiar diante da legislação ambiental: reflexões à Luz do “Direito à Dignidade”
Metadados
Miniatura
Tipo de publicação
Artigo de Periódico
Vinculação MPMG
Estagiário do MPMG
TÍTULO
O agricultor familiar diante da legislação ambiental: reflexões à Luz do “Direito à Dignidade”
Local
Ijuí
Editor(a)
Ano
2020
Descrição
p. 192-204
Idioma
Português
Resumo
Este trabalho teve por objetivo refletir a respeito da vulnerabilidade dos agricultores familiares na esfera judicial. Trabalhou-se com a hipótese de que a fragilidade social e econômica que atinge este segmento estende-se ao âmbito judicial. Para a obtenção dos dados foram realizadas entrevistas não estruturadas com agricultores familiares da região em estudo e com agentes ambientais. Além disso, foram coletados dados por meio de consulta realizada na sede da Polícia Militar do Meio Ambiente, do município de Viçosa – MG, na 2ª Promotoria Cível e nas 1ª e 2ª Varas Criminais, todas da Comarca de Viçosa – MG. Concluiu-se que a posição de desvantagem dos agricultores familiares, que é nítida em termos de segmento da economia, existe também nas relações judiciais. Ficou evidenciada a incapacidade de tais sujeitos utilizarem os mecanismos legais de defesa, como a defesa técnica realizada por advogado ou mesmo o acesso aos recursos, o que representa um grande desafio para o poder público, responsável por exercer os deveres de tutela para assegurar dignidade e respeito a todos os cidadãos.
Notas
Inclui bibliografia. | A autora Marlene de Paula Pereira foi Estagiária do Ministério Público do Estado de Minas Gerais de 2002 a 2003.
Link de localização do artigo, capítulo ou publicação
Revista Direito em Debate, v. 29, n. 54, jul./dez. 2020 https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/revistadireitoemdebate/issue/view/243 (Acesso em 26.08.2025)
Referência
PEREIRA, Marlene de Paula. O agricultor familiar diante da legislação ambiental: reflexões à Luz do “Direito à Dignidade”. Revista Direito em Debate, Unijuí, v. 29, n. 54, p. 192-204, jul./dez. 2020.

