Início > Coleções > Biblioteca Digital MPMG > Decisionismo e Hermenêutica Negativa: Carl Schmitt, Hans Kelsen e a afirmação do poder no ato interpretativo do direito
O presente artigo pretende refletir sobre as teorias da interpretação jurídica nas obras de Carl Schmitt e Hans Kelsen, demonstrando que, muito embora assumam diferentes sentidos do decisionismo, essas teorias acabam por gerar uma hermenêutica negativa. Para tanto, analisa-se a obra de Schmitt nos anos de 1910, período ainda marcado por um enfoque neokantiano; nos anos de 1920, no contexto da crise de Weimar; e nos anos de 1930, quando Schmitt adere ao nacional-socialismo. No que diz respeito a Kelsen, privilegia-se as duas edições da Teoria Pura do Direito (1934 e 1960). Como conclusão, percebe-se a insuficiência da hermenêutica negativa.
Inclui bibliografia e notas. | Título em Inglês: Decisionism and Negative Hermeneutics: Carl Schmitt, Hans Kelsen and the affirmation of power in the legal interpretative act. | O autor Andityas Soares de Moura Costa Matos é Servidor do Ministério Público do Estado de Minas Gerais desde 2004.
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MATOS, Andityas Soares de Moura Costa; MILÃO, Diego Antonio Perini. Decisionismo e Hermenêutica Negativa: Carl Schmitt, Hans Kelsen e a afirmação do poder no ato interpretativo do direito. Sequência: Estudos Jurídicos e Políticos, Florianópolis, v. 34, n. 67, p. 111-137, dez. 2013.