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Item
Fundamentalidade dos Direitos Sociais Prestacionais e a Teoria de Direitos Humanos de Amartya Sen
Metadados
Miniatura
Tipo de publicação
Artigo de Periódico
Vinculação MPMG
Membro do MPMG
TÍTULO
Fundamentalidade dos Direitos Sociais Prestacionais e a Teoria de Direitos Humanos de Amartya Sen
Local
Brasília
Editor(a)
Ano
2009
Descrição
p. 42-52
Idioma
Português
Resumo
Este artigo estuda, a partir do referencial da teoria dos direitos humanos de Amartya Sen, o problema da fundamentalidade dos direitos sociais prestacionais. Observa que muitas das críticas à fundamentalidade dos direitos sociais baseiam-se em teorias liberais de justiça, as quais defendem uma pretensa separação entre liberdade e justiça. Assevera que, por razão desta separação, algumas teorias não conseguem perceber que até mesmo os direitos de “liberdade” exigem obrigações “positivas”. Assenta também que os direitos fundamentais não podem ser reconhecidos por juízos éticos parciais, mas sim a partir de uma conjugação entre juízos éticos plurais e deliberação democrática. Conclui-se que nenhum direito fundamental é totalmente autoaplicável, pois tal característica só é atribuível às obrigações que cada direito encerra.
Notas
Inclui bibliografia e notas. | Artigo baseado no trabalho de conclusão de curso intitulado “A contribuição da teoria dos direitos humanos de Amarya Sen na sindicabilidade jurisdicional dos direitos sociais prestacionais”, apresentado no Curso de Pós-Graduação “Direito processual: grandes transformações” ministrado pela Rede LFG e Unama. | O autor Daniel dos Santos Rodrigues é Membro do Ministério Público do Estado de Minas Gerais desde 2010.
Link de localização do artigo, capítulo ou publicação
Revista Direito Público, v. 6, n. 26, mar./abr. 2009 https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/issue/view/131 (Acesso em 25.11.2025)
Referência
RODRIGUES, Daniel dos Santos. Fundamentalidade dos Direitos Sociais Prestacionais e a Teoria de Direitos Humanos de Amartya Sen. Revista Direito Público, Brasília, v. 6, n. 26, p. 42-52, mar./abr. 2009.

