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Biblioteca Digital MPMG
Item
Morte culposa no trânsito e “racha”: alternativas à dupla tipificação introduzida pela Lei nº 12.971/2014
Metadados
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Tipo de publicação
Artigo de Periódico do MPMG
TÍTULO
Morte culposa no trânsito e “racha”: alternativas à dupla tipificação introduzida pela Lei nº 12.971/2014
Local
Belo Horizonte
Editor(a)
Ano
2017
Descrição
p. 121-172
Idioma
Português
Resumo
O objetivo desta pesquisa é apresentar alternativas à questão da dupla tipificação da morte culposa no trânsito em situação de “racha”, introduzida pela Lei nº 12.971/2014. Optou-se por investigar a questão sob o prisma estritamente judicial, do operador do direito, que lida com problemas deduzidos em juízo, sem se discutirem possíveis soluções legislativas. Buscou-se equacionar o problema da dupla tipificação da morte culposa no trânsito com base nos critérios e métodos tradicionais de interpretação da norma penal, para definir a intenção objetivada na lei (mens legis). Analisou-se se as modernas discussões em torno dos limites do controle de constitucionalidade de normas penais com fundamento no princípio da proporcionalidade impõem que se afaste a resposta proporcionada pelos métodos tradicionais de hermenêutica com base no princípio da vedação da proteção insuficiente/deficiente de bens jurídico-penais. Concluiu-se que uma interpretação que leve a sério os imperativos constitucionais de tutela e segurança suficientes aos bens jurídicos exige que se opte pelo tipo mais grave, a despeito de a hermenêutica penal tradicional resultar na aplicação da norma mais benéfica ao réu.
Notas
Inclui bibliografia. | Título em Inglês: Involuntary vehicular manslaughter in unauthorized drag races: how to solve the double criminalization introduced by Federal Statute nº 12.971/2014.
Localização do artigo ou capítulo
Referência
PORTELA, Marcel Fortes. Morte culposa no trânsito e “racha”: alternativas à dupla tipificação introduzida pela Lei nº 12.971/2014. De Jure: Revista Jurídica / Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, v.16, n.28, p.121-172, jan./jul., 2017.
