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Biblioteca Digital MPMG
Item
O ativismo judicial na sociedade de riscos e a proteção aos direitos fundamentais: uma análise à luz da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal na ADI n.º 3.510/DF
Metadados
Miniatura
Tipo de publicação
Capítulo de Livro
Vinculação MPMG
Servidor do MPMG
TÍTULO
O ativismo judicial na sociedade de riscos e a proteção aos direitos fundamentais: uma análise à luz da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal na ADI n.º 3.510/DF
Local
Maringá
Editor(a)
Ano
2018
Descrição
p. 317-345
Idioma
Português
Resumo
O presente artigo busca analisar o papel do Poder Judiciário na proteção dos direitos fundamentais na Sociedade de Riscos. Almeja, sobretudo, estudar se o ativismo judicial, forma de atuação (cri)ativa do Poder Judiciário, representa – de fato – uma proteção ou mais um risco em meio a todos os riscos daquela sociedade (a Sociedade de Riscos). O trabalho se recorta a partir da decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3.510/DF, ocasião em que se questionava um possível conflito entre o direito à vida e a utilização de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa e terapia, autorizada pela Lei n.º 11.105, de 24 de março de 2005.
Notas
Inclui bibliografia e notas. | Título em Espanhol: El activismo judicial en la sociedad del riesgo y la protección a los derechos fundamentales: un análisis a la luz de la decisión dictada por el Supremo Tribunal Federal en la ADI n.º 3.510/DF. | O autor Junio César Doroteu é Servidor do Ministério Público do Estado de Minas Gerais desde 2003.
Localização do artigo ou capítulo
Referência
DOROTEU, Junio César; FREITAS, Sérgio Henriques Zandona. O ativismo judicial na sociedade de riscos e a proteção aos direitos fundamentais: uma análise à luz da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal na ADI n.º 3.510/DF. In: BRASIL, Deilton Ribeiro; RIBEIRO, Luiz Gustavo Gonçalves; FREITAS, Sérgio Henriques Zandona (orgs). Direitos humanos, sustentabilidade e proteção ambiental. 2. ed. rev., atual. e ampl. Maringá: IDDM, 2018. p. 317-345.

