Coleção
Biblioteca Digital MPMG
Item
O cartel na perspectiva da Teoria dos Jogos: cooperar ou não cooperar?
Metadados
Miniatura
Tipo de publicação
Artigo de Periódico
Vinculação MPMG
Estagiário do MPMG
TÍTULO
O cartel na perspectiva da Teoria dos Jogos: cooperar ou não cooperar?
Local
Lisboa
Editor(a)
Ano
2015
Descrição
p. 43-65
Idioma
Português
Resumo
O presente artigo pretende apontar as correlações existentes entre as condutas cooperativas e não cooperativas de concorrentes e o sucesso ou fracasso de uma prática de cartel. A pesquisa possui como marco teórico a denominada teoria dos jogos, desenvolvida, em seu aspecto moderno, a partir dos estudos do matemático John von Neumann e do economista Oskar Morgenstern, ao publicarem, em 1944, a obra Teoria dos jogos e comportamento econômico. Em linhas gerais, o cartel constitui um acordo celebrado entre concorrentes em um mercado, com vistas ao aumento dos lucros, mediante a adoção de condutas uniformes, principalmente em matéria de preços. O sucesso do cartel está vinculado à cooperação dos concorrentes para a adoção de estratégias comuns. Com base em pesquisas científicas e estudo de caso, especialmente o chamado “Caso das Britas”, será demonstrado que, para alcançar os seus objetivos, o cartel deve ser autoimpositivo, com a previsão de punições críveis em caso de descumprimento das políticas comerciais propostas. Por outro lado, caso algum integrante do cartel adotar estratégias não cooperativas, como se estivesse competindo em um jogo com os demais integrantes do cartel, essa postura pode configurar um desestímulo à formação do acordo.
Notas
Inclui bibliografia e notas. | A autora Amanda Flávio de Oliveira foi Estagiária do Ministério Público do Estado de Minas Gerais de 1996 a 1997.
Link de localização do artigo, capítulo ou publicação
Revista Jurídica Luso-Brasileira, v. 1, n. 5, 2015 https://www.cidp.pt/revistas/rjlb/2015/5/2015_05_0043_0065.pdf (Acesso em 07.04.2026)
Referência
OLIVEIRA, Amanda Flávio de; SANTOS, Paulo Márcio Reis. O cartel na perspectiva da Teoria dos Jogos: cooperar ou não cooperar? Revista Jurídica Luso-Brasileira, Lisboa, v. 1, n. 5, p. 43-65, 2015.

