Coleção
Biblioteca Digital MPMG
Item
Lodo de estação de tratamento de água (LETA): resíduo ou insumo?
Metadados
Miniatura
Tipo de publicação
Tese/Trabalho de Congresso
Vinculação MPMG
Servidor do MPMG
TÍTULO
Lodo de estação de tratamento de água (LETA): resíduo ou insumo?
Local
Bauru
Editor(a)
Ano
2016
Descrição
p. 1-11
Idioma
Português
Resumo
Um dos problemas enfrentados pelas indústrias modernas é a busca pela redução de resíduos gerados nos processos produtivos. O maior desafio da indústria de água potável está na disposição final do lodo sob os pontos de vista técnico, ambiental e econômico. No Brasil, o lodo gerado na indústria de potabilização da água é enquadrado como resíduo sólido pela NBR 10.004/2004, portanto, não deve ser lançado nos corpos d’água sem prévio tratamento. Diante dessa preocupação com a disposição do Lodo de Estações de Tratamento (LETA), estudos têm sido conduzidos para avaliar a aplicação e/ou reaproveitamento (reuso) desse resíduo. Diante disso, esta pesquisa buscou identificar alternativas viáveis para disposição final ou reuso do LETA, transformando-os em insumo para outros processos industriais. Constatou-se que a forma de disposição do LETA mais contemplada nos estudos apresentados foi aplicação na construção civil (incorporação em materiais como cerâmica), sendo que a escolha da solução mais adequada ao caso concreto deverá ser realizada após sua caracterização.
Notas
Inclui bibliografia. | A autora Alexandra Fátima Saraiva Soares é Servidora do Ministério Público do Estado de Minas Gerais desde 2003.
Link de localização do artigo, capítulo ou publicação
Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental (7.: 2016 nov. 21-24: Campina Grande, PB). Anais. https://www.ibeas.org.br/congresso/congresso7.htm (Acesso em 12.06.2026)
Referência
PAIVA, Gabriela Santos de; MOREIRA, Viviane Teles Goulart; SOARES, Alexandra Fátima Saraiva. Lodo de estação de tratamento de água (LETA): resíduo ou insumo? In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL, 7, 2016, Campina Grande, PB. Anais... Bauru: IBEAS, 2016. p. 1-11.

