Coleção
Biblioteca Digital MPMG
Item
Racionalização da atuação criminal em segunda instância pelo Ministério Público
Metadados
Miniatura
Tipo de publicação
TCC (Curso CEAF)
AUTOR
Vinculação MPMG
Membro do MPMG
TÍTULO
Racionalização da atuação criminal em segunda instância pelo Ministério Público
Local
Belo Horizonte
Ano
2018
Descrição
43 f.
Idioma
Português
Resumo
O presente trabalho buscará demonstrar que o artigo 610 do Código de Processo Penal pode representar violação os princípios constitucionais da ampla defesa e contraditório, sendo, portanto, de duvidosa compatibilidade com o sistema processual acusatório, bem como com a Constituição Federal de 1988. Será demonstrado também que a emissão de pareceres em segunda instância pode representar violação ao princípio da eficiência, já que vem levando ao acúmulo de processos e desrespeito à celeridade processual. Será argumentado, igualmente, que a atuação de dois membros do Ministério Público, um como autor e outro como fiscal da ordem jurídica, pode representar ofensa aos princípios da unidade e indivisibilidade institucional. A solução proposta, ao final, ante a duvidosa constitucionalidade, será a racionalização da emissão de pareceres recursais em segunda instância, no âmbito criminal. Será feita análise bibliográfica, expondo-se entendimentos doutrinários e normas do Conselho Nacional do Ministério Público acerca da racionalização no âmbito cível e da atuação do Ministério Público em segunda instância.
Notas
Orientador: Rodrigo Iennaco de Moraes | Trabalho de conclusão de curso (Especialização) – Pós-graduação lato sensu em Ministério Público e o Novo Constitucionalismo – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. | Inclui bibliografia. | O autor Fábio Alves Bonfim é Membro do Ministério Público do Estado de Minas Gerais desde 2014.
Referência
BONFIM, Fábio Alves. Racionalização da atuação criminal em segunda instância pelo Ministério Público. 2018. 43 f. Trabalho de conclusão de curso (Pós-graduação lato sensu Ministério Público e o Novo Constitucionalismo) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2018.

