Resumo
Este artigo se constitui em um enfoque sociológico sobre as instâncias de controle penal formalizado, procurando discorrer sobre os problemas práticos que levam à formação de instâncias autistas na prevenção e repressão ao crime e as consequências desse isolamento institucional. A abordagem parte das teorias estruturalistas e funcionalistas para descrever o desengate entre as quatro instâncias (polícia, ministério público, judiciário e estabelecimentos penais), abordando-as de maneira individual para, ao final, descrever e analisar a pena-prisão na sociedade contemporânea.