URNAS DE VOTAÇÃO
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Urnas de madeira, de metal e de lona
As urnas eleitorais, entendidas como os recipientes destinados ao depósito das cédulas de votação, fazem parte da história da participação política brasileira desde o período colonial. Ao longo do tempo, esses objetos acompanharam as transformações do processo eleitoral, passando por diferentes formatos e materiais, como cera, madeira, metal e lona, sempre com o objetivo de garantir a guarda dos votos e a manifestação da vontade popular.
A evolução das urnas revela também os esforços contínuos da Justiça Eleitoral para tornar as eleições mais seguras, organizadas e acessíveis. As antigas urnas de madeira, utilizadas durante décadas, deram lugar aos modelos de lona, que facilitaram o transporte, o armazenamento e a padronização dos equipamentos utilizados nos pleitos. Entre esses modelos, destaca-se a urna de lona criada pelo ítalo-brasileiro Abílio Cesarino, adotada a partir das eleições de 1955, que se tornou um dos símbolos da memória eleitoral brasileira.
Com a informatização do processo eleitoral, iniciada pela Justiça Eleitoral na década de 1990, o Brasil passou a utilizar a urna eletrônica, implantada inicialmente nas eleições de 1996 e ampliada gradualmente até alcançar todo o eleitorado em 2000. A inovação representou uma nova etapa na história das eleições brasileiras, marcada pela modernização da votação e pela busca por maior agilidade e confiabilidade na apuração dos resultados.

(Museu do Voto – TSE)

(Museu do Voto – TSE)

(Museu do Voto – TSE)
![Urna de votação de lona [s.d.]](https://memoriadigital.mpmg.mp.br/wp-content/uploads/2026/06/urna-eleitoral-de-lona.-jpg.jpg)
(Museu do Voto – TSE)

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Saiba mais sobre as urnas de votação:
Urnas eletrônicas
A urna eletrônica, presente no cotidiano das eleições brasileiras, representa o resultado de um longo processo de modernização do sistema eleitoral do país. Sua criação foi precedida por uma série de iniciativas voltadas à informatização da Justiça Eleitoral, que transformaram gradualmente a forma de organização, votação e apuração dos pleitos. Esse caminho teve início em 1986, com a unificação e centralização do cadastro nacional de eleitores, avançou com a informatização da totalização dos resultados eleitorais e culminou, em 1996, com a implantação da urna eletrônica.
A busca por mecanismos capazes de aprimorar o processo de votação, entretanto, remonta a períodos anteriores. O primeiro Código Eleitoral brasileiro, instituído em 1932, já previa a possibilidade de utilização de máquinas de votar. Ao longo das décadas seguintes, diferentes experiências foram desenvolvidas, incluindo iniciativas independentes e projetos experimentais que buscavam tornar as eleições mais eficientes e seguras, até que a Justiça Eleitoral consolidasse um modelo próprio de votação eletrônica.
Em 1996, a urna eletrônica foi utilizada pela primeira vez em eleições brasileiras, marcando um momento decisivo na história eleitoral do país. A inovação trouxe mudanças profundas ao processo de votação, substituindo gradualmente as cédulas de papel por um sistema informatizado criado para garantir maior rapidez na apuração e ampliar a confiabilidade dos resultados.

(Museu do Voto – TSE)

(Museu do Voto – TSE)

(Museu do Voto – TSE)

gabinete transparente
(Museu do Voto – TSE)

(Museu do Voto – TSE)

(Museu do Voto – TSE)

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Descubra como funcionam as urnas eletrônicas:
Episódio 1
Episódio 2
Episódio 3
Episódio 4
Episódio 5
Episódio 6
Episódio 7
Episódio 8
Episódio 9
Episódio 10
Episódio 11
Episódio 12
Saiba mais sobre as eleições e urnas eletrônicas:
Eleições – 2026
Em outubro de 2026, mais de 150 milhões de eleitoras e eleitores estarão aptos a participar das Eleições Gerais, que definirão os representantes para os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.
O 1º turno será realizado em 4 de outubro. Na urna eletrônica, o eleitorado fará seis escolhas, nesta ordem:
- deputado federal;
- deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal;
- senador para a primeira vaga;
- senador para a segunda vaga;
- governador e vice-governador;
- presidente e vice-presidente da República.
Caso nenhuma candidatura alcance os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral para a eleição de presidente da República ou de governador, haverá 2º turno em 25 de outubro para os respectivos cargos.
As Eleições Gerais integram o processo democrático de escolha dos representantes políticos e mobilizam eleitoras, eleitores, candidatas, candidatos, partidos e instituições responsáveis pela organização e fiscalização do processo eleitoral.
Saiba mais:
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